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07 agosto 2012

Seminário sobre Fan Pages

Na próxima quarta-feira, vou participar deste seminário sobre gerenciamento de fanpages. O assunto é super interessante e  importante, mas o fato de dar uma passeadinha na avenida paulista está me deixando mais animadinha, ainda ;)


1o. Seminário Comunique-se de Fan Pages
A melhor oportunidade para aprender como montar e gerir uma fan page de sucesso nas redes sociais.
Um evento preparado sob medida para empresas, agências e profissionais de comunicação e marketing digital.


Cases das marcas líderes no ranking nacional em número de fãs no Facebook Brasil.
Venha ouvir Hotel Urbano, Esporte Interativo, Brahma e muitas outras marcas top.

Confira a programação:

8h30 - Coffee break e credenciamento
9h15 - Abertura
9h30 - Facebook – Cintia Gabilian
10h25 - Bradesco – Marcelo Salgado
11h20 - Chiclets – Beatriz Paulino
12h15 - Brunch
13h15 - Esporte Interativo – Mauricio Portela
14h10 - Brahma – Ricardo Souto
15h05 - Coffee break
15h35 - Guaraná Antarctica – Bruna Buás
16h30 - Hotel Urbano – Roberta Antunes
17h25 - Encerramento

24 abril 2011

Conheça as abreviações comuns no internetês inglês

Então você quer saber o que significa LOL?
LOL é a abreviação de "Laughing Out Loud". É como se nós escrevêssemos "MDR" para abreviar a sentença "Morrendo de Dar Risadas". Portanto, a próxima vez que você receber uma mensagem e nela estiver escrito LOL, saiba que a pessoa que escreve está apenas achando algo muito engraçado.

Anote aí outras abreviações comuns no internetês inglês:
•OMG - Oh My God [Ai Meu Deus]
•DYK - Did You Know [Você sabia (que...)]
•CU - See You [Até mais] [aqui brinca-se com a pronuncia de "see" com "c" e "you" com "u"]
•BTW - By The Way [Por falar nisto; A propósito]
•GMAB - Give Me A Break [Me dá um tempo; qualé!]
•NMP - Not My Problem [Não é problema meu]
•STFU - Shut The Fuck Up [Cala a merda da tua boca, fica quieto]
•WTF - What The Fuck [Que p*rra]
•OJ - Only Joking [tô brincando, tô te tirando]
•STSP - Same Time, Same Place [No mesmo horário, no mesmo local]
•IDK - I Don't Know [Sei lá; Eu não sei]
•ASL - Age, Sex Location [Idade, Sexo e Local]
•TAI - Think About It [Pense a respeito]
•TIE - Take It Easy [Vá com calma; relaxe]
•BLNT - Better Luck Next Time [mais sorte na próxima]
•XOXO -  expressão popularizada pela série de TV “Gossip Girl que quer dizer “Abraços e beijos”

Veja mais dicas aqui

28 fevereiro 2011

Facebook abre vaga para gerência de programa de jornalismo

O Facebook está procurando um jornalista com experiência na rede social para gerenciar um programa de jornalismo. Em uma página especial da rede destinada a carreiras, a empresa diz que está à procura de um profissional da área para ajudar as pessoas a compreenderem melhor as tecnologias empreendidas pela companhia e contar histórias dos usuários.

"Facebook tem tudo a ver com conexão e compartilhamento. Nós queremos apresentar histórias que ilustram como as pessoas usam o Facebook para discutir coisas que realmente importam para elas", diz o post de abertura da vaga

O candidato a vaga trabalhará para fazer com que os jornalistas dêem mais valor ao Facebook como plataforma para divulgar a informação e incentivem a utilizá-lo como forma de distribuí-la e reportá-la.Dentre as responsabilidades esperadas estão o auxílio à jornalistas para utilizarem o Facebook, servir como um "advogado" dos jornalistas dentro da companhia, falar em conferencias relacionadas a mídia e jornalismo e outras funções que permitirão uma ponte entre a rede social e os profissionais de comunicação.

A vaga refere-se a período integral, nos escritórios sediados em Nova York. Exige profissionais experienciados tanto na prática jornalística (pelo menos cinco anos de carreira) quanto na rede social e suas ferramentas. Um dos pré-requisitos é ter uma "paixão pelo Facebook". (Redação Portal IMPRENSA)


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Facebook cria página com recursos para jornalistas
O Facebook criou uma página, chamada Facebook + Media, que disponibiliza recursos para auxiliar jornalistas e programadores web a aumentar as visitas e a interação com os usuários. A informação foi divulgada pelo laboratório de jornalismo Nieman.

Entre as recomendações que podem beneficiar os jornalistas estão:
- Subpáginas para temas específicos contam com altos níveis de participação.
- A transmissão de imagens ao vivo (Live Stream) pode ser usada para informar notícias de último minuto, com atualizações periódicas.

- O mecanismo de busca do Facebook pode ser usado como fonte de notícias.

21 janeiro 2011

De olho no Qwiki

Qwiki é uma rede onde o usuário pode fazer pesquisas interativas sobre cidades, personalidades, monumentos de diversas parte do planeta no formato multimídia.

Criada por Doug Imbruce, Louis Monier e um dos fundadores do Youtube, Jawed Karim, o Qwiki é um site onde os internautas assistirão vídeos com apresentações narradas, que incluem fotos, vídeos e até a localização visualizada através do Google Maps. É a informação que se transforma em algo que eu posso assistir.

02 janeiro 2011

'A rede social' traça retrato crítico da juventude 2.0

Longa de David Fincher mostra os bastidores da criação do Facebook.
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Pensa num filme completamente falado... Nada de ação ou efeitos especiais. Praticamente um documentário :O
Este filme faz muito mais sentido para os Nerds da computação de plantão.
Mas vale a pena, pela curiosidade de saber como podem ser os bastidores deste universo.
Sei que este filme ainda está no cimena... mas eu assisti no conforto do meu sofá ;D depois te conto como.

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Um garoto genial e tímido, mas mimado, revoltado, vingativo, ganancioso, trapaceiro, arrogante e que passa o dia de chinelo de avô e moletom. Em 140 caracteres, essa é uma descrição que se pode fazer de Mark Zuckerberg, tendo-se apenas como base “A rede social”.




O longa é vendido como a história do Facebook, maior rede social do planeta com mais de 500 milhões de usuários. Mas a primeira coisa a se saber sobre ele é que se trata de um filme sobre Zuckerberg, um prodígio da computação que se tornou bilionário aos 23 anos, cuja história serve para Fincher traçar um crítico retrato da juventude 2.0.

“A rede social” tem como pano de fundo a Universidade de Harvard do ano 2003. Zuckerberg (Jesse Eisemberg) é um jovem estudante que acaba de ser largado pela namorada. Para se vingar, ele se torna um blogueiro sociopata que destrói a reputação dela e, em seguida, cria ao lado do programador brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield) um aplicativo batizado de Facemash, cujo mote é ranquear e criar uma disputa de beleza entre as universitárias.

A invenção o torna popular pela primeira vez. Três amigos geeks o convidam então para ajudar a pôr no ar um projeto pessoal deles: uma rede social universitária, de nicho, em que os cadastrados poderão se relacionar sabendo exatamente quem é a pessoa por trás da tela do monitor.

Enquanto eles investem no site, Zuckerberg se tranca em seu quarto e, num belo copia e cola, pega os elementos dos colegas e os aprimora para aquilo que se tornaria o seu “The Facebook”, um hit instantâneo em Harvard e em outras faculdades americanas e europeias.

Thriller nerd
Ter acesso aos bastidores da criação de uma rede social virtual não parece nada atraente, tudo bem, mas é aqui que entra o olhar de Fincher. A narrativa não é linear e mescla cenas do passado com presente, como Zuckerberg programando e se defendendo no tribunal universitário de seus ex-colegas que lutam pelo crédito a que têm direito.

Essas cenas de disputa são tensas e servem para apresentar uma bela geração de novos atores que vêm por aí. Eisemberg tem uma quietude arrogante: ele não sorri nem altera o tom de voz e criou um irritante trejeito de falar atropelando as palavras. Garfield, que em breve será o novo Homem-Aranha, destaca-se pela carga dramática que emprega ao seu personagem, o melhor amigo de Zuckerberg que leva uma rasteira daquelas.

Armie Hammer, que faz os gêmeos Winklevoss, está tão bem que nem parece um mesmo ator em dois papéis. Já Justin Timberlake também está ótimo na pele do escroque Sean Parker, cocriador do Napster e um dos primeiros a enxergar um potencial de negócios no Facebook.

“A rede social” é um filme atual não por ser apenas do Facebook mas por abordar questões pertinentes como o bullying virtual ou a falsa sensação de poder que a internet pode criar. Isso sem falar na questão dos direitos autorais em tempos de web colaborativa e até mesmo na crise da indústria fonográfica.

Fora isso, a edição alucinante e claustrofóbica de Fincher, pontuada com os ótimos diálogos do roteiro de Aaron Sorkin (da série “The west wing”) e a nervosa trilha sonora de Trent Reznor (do Nine Inch Nails), fazem do filme um thriller dos bons. Um thriller nerd dos bons.(Gustavo Miller Do G1)

17 junho 2010

Folha estreia twitter da ombudsman e amplia presença na midia social

A estreia ontem do twitter da ombudsman, Suzana Singer, em @folha_ombudsman completa 20 canais oficiais da Folha no Twitter. O jornal que mantem 1 editor de midias sociais, Marcos Strecker, deve ampliar agora seu numero de paginas no Facebook. A presença da ombudsman no Twitter pretende atender a um leitor mais jovem "que, em geral, nao tem costume de procurar o jornal para dar a sua opiniao" - disse Suzana para materia no Portal Imprensa. Garante que vai ouvir mais do que falar.

23 março 2010

5 premissas para gerir as mídias sociais

Conheça a ordem que as informações circulam na Web 2.0 e saiba como utilizar esse fluxo a favor da empresa

Entre o final de 2008 e o começo de 2009, o termo “mídias sociais” passou a fazer parte dos mantras mercadológicos mais repetidos pelos corredores de empresas de todos os portes.
Mas, de uma maneira geral, não existe nenhum grande segredo para se trabalhar mídias sociais. Basta seguir a lógica.


O primeiro ponto é entender como a informação se dissemina. Normalmente, a viralização de uma notícia costuma obedecer à seguinte ordem:

1) Acontecimento do fato acontece.

2) Os primeiros usuários começam a divulgá-lo utilizando ferramentas de microblogging, como o Twitter.

3) O fato vira post/vídeo e começa a aparecer em blogs diversos e/ou em sites como Youtube.

4) A força e o alcance da imprensa dão mais gás à blogosfera e às demais ferramentas, que ecoam a notícia e começam a agregar mais e mais comentários de leitores. Retweets e plágios em posts começam a ser comuns.

5) O Orkut começa a dar coro ao fato que, aos poucos, vai aparecendo em fóruns de discussão.

6) Se for efetivamente relevante, o fato começa a se imortalizar na rede, ganhando menções na Wikipedia e cases no Slideshare.

Na era das mídias sociais, no entanto, a relevância de um fato não reside apenas no seu grau de veracidade. Ela é formada, em grande parte, pelo interesse ou curiosidade que desperta na comunidade como um todo.

Se um blogueiro divulgar um fato – verdadeiro ou não – que envolva grandes marcas ou celebridades em situações embaraçosas, por exemplo, ele certamente ganhará uma massa de leitores curiosos passando pelas suas páginas.

Quanto mais usuários, mais cliques nas ferramentas geradoras de caixa (como o Adsense) ele terá. Também mais relevância perante os algoritmos de buscadores e mais anunciantes dispostos a patrocinar o seu blog aparecerão.

Em um contexto em que todos podem produzir conteúdo e que o retorno financeiro vem unicamente da audiência, a linha entre ética e ambição pode ficar extremamente tênue.
Ninguém está imune a este novo tipo de terrorismo institucional gerado pela guerrilha por audiência. Mas ele pode ser combatido com sucesso se a empresa estiver preparada e souber trabalhar bem a sua comunidade.

Para tanto, existe um conjunto de premissas que a empresa deve seguir:

1) Obedeça o ciclo de informação: divulgue as suas informações seguindo o fluxo de viralização de conteúdo. Dê preferência às ferramentas de micro-blogging a blogs e assim por diante, construindo-se como notícia de forma conjunta com a comunidade.

2) Seja transparente: evite a todo custo mentir para a comunidade. Quando alguém detectar algum tipo de falha no seu negócio, por exemplo, não tente esconder: assuma e resolva.

3) Conheça os seus evangelizadores: mapeie com antecedência os principais formadores de opinião da sua marca ou da sua linha de negócios. Conheça-os e relacione-se com eles, trazendo-os para o seu lado. Em qualquer tipo de crise ou problema, eles provavelmente se transformarão nos seus primeiros e principais defensores nas mídias sociais.

4) Saiba como você é visto: há hoje diversas empresas que monitoram a “saúde” das marcas nas redes sociais. Saber como se é visto nos diversos ambientes sociais existentes é como ter um mapa em mãos – algo fundamental para se chegar a qualquer lugar.

5) Esteja sempre preparado: quando você menos esperar, uma gigantesca crise institucional pode tomar conta do seu negócio. Planeje a sua ação de forma calma e fria. Evite fazer ameaças a blogueiros ou líderes de comunidades, mesmo que eles estejam errados. Lide com a comunidade como um igual.

Ricardo Almeida (Criador do conceito de Webs Progressivas, da Metodologia Moebius e autor de Mirando Resultados, o primeiro livro voltado para planejamento estratégico, mensuração e previsão de ROI (retorno de investimentos) para Web no Brasil. É também especialista em planejamento e gestão de projetos Web, com passagens por empresas como DM9DDB, Totem, Frontier e MMCafé. Formado em comunicação e marketing pela ESPM, atua no mercado Web desde 1996. Durante a sua carreira, já desenvolveu projetos para toda a América Latina e atuou nos maiores clientes da região. É Diretor Geral do I-Group e do Clube de Autores.)